Aí vão algumas regrinhas de ouro para aprimorar seu networking:
Seja transparente quando for resgatar um antigo contato. Isso significa dizer, de pronto, o motivo da conversa: que você está disponível e aberto para avaliar propostas. Ligue para os mais íntimos e mande um e-mail direcionado para cada um dos conhecidos — nunca uma mensagem coletiva.
Mantenha o contato com essas pessoas, mas sem exercer cobrança. Depois de enviada a primeira mensagem, procure-as novamente em 30 ou 40 dias. Tome o cuidado de acrescentar alguma novidade em relação ao conteúdo do e-mail original e conserve um tom otimista. Por exemplo: “Fiz o curso X neste mês e sei que abrange sua área de atuação. Podemos marcar um almoço para trocar ideias?”.
Fuja do papel de vítima. Não transfira para o outro o trabalho de arranjar um emprego para você.
Caso consiga um novo trabalho, avise à rede e não se esqueça de agradecer o apoio das pessoas. Novamente, mande um e-mail personalizado com seus novos contatos. “Mensagem coletiva, nessas horas, é um pecado mortal”, avisa Carmelina Nickel, consultora da DBM.
Alimente sua rede de contatos enviando mensagens ou fazendo telefonemas, no mínimo, duas vezes por ano: no aniversário e no réveillon.
Amplie sua rede. Participe de palestras, cursos, entre outros eventos. Mas vá sozinho e se dê a oportunidade de conhecer novas pessoas.
Assim como ocorre com seu networking, os cuidados com a carreira devem ser uma preocupação constante. Muitos profissionais só despertam para a necessidade de uma atualização, por exemplo, em momentos críticos, quando já pode ser tarde, dependendo da vaga pleiteada. “A realidade hoje é outra. Dificilmente alguém se aposenta na empresa em que começou a trabalhar”, alerta Sílvia Nogueira, da Ricardo Xavier. “Quem lida com comércio exterior tem que ter outro idioma, assim como pós-graduação tornou-se praticamente obrigatória para quem ocupa cargos executivos.” Ricardo Mota, diretor de recursos humanos da UAB Motors, grupo de concessionárias, está sentindo na pele, em plena crise, o problema da defasagem profissional. “Tenho 70 vagas em aberto e não consigo preenchê-las”, diz Ricardo.
terça-feira, 21 de abril de 2009
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